terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Mais um poema de minha autoria!


Hoje é o dia do amor!




Isso é verdade não a dia certo pro amor e sim o momento de ser feliz
Se você se soltar e gritar o mais alto possível quem sabe destruirás
As mais grandes montanhas de ódio.

Hoje é o dia de amar
Dia de ver o mundo com mais cor
Dia de amar teu pior inimigo
Dia de ser amado

Não seja duro consigo pois a vida já é dura demais
Curta cada momento de pura felicidade faça ele se torna eterno
Seja mais bondoso ame mais...

Hoje é dia de amar
Dia ver o seu filme preferido
Dia de abraçar quem se ama
É dia de ser amado.

Não pense que você não pode ser amado
As vezes seu próprio temor fecha as mais belas portas
E assim abrindo o caminho pra solidão
Não se isole e nem se auto destrua
Ame.. Viva.. Construa

Hoje é dia do amor
Dia de amar sem frescuras
Dia de ser o que se quer ser
Dia de lhe amar
Dia de me amar!

Um poema de minha autoria!

Não quero ser apenas tua amiga!


Eu sei que aos teus olhos Sou apenas tua amiga
Mas não consigo evitar pensar em você
Sempre ouvi tuas mágoas
Sempre estive do teu lado
Sempre que você me precisou lhe estendi a minha mão
Na verdade sei mais sobre você do que de mim.
Eu me calei por muito tempo
Sofri por ter apenas o valor de uma amiga
Chorei por saber que em teu coração
Eu apenas ocupo uma parte
Pensei e planejei que tudo fosse diferente
A vida está te dando um presente
Mesmo que você não perceba
Quero escrever ao teu lado
A mais bela história de amor

Mesmo que você não me veja como alguém que te ama
Eu estarei em um breve espaço de solidão a te esperar

Ficarei a idealizar as mais lindas frases de amar
Esperando um dia você me notar e quem sabe deixar eu te amar

Eu quero
Eu te espero
E não quero mais apenas ser tua amiga!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Amar é uma turbulencia...mais vale a pena!



Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.
Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperença a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!
Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solente pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.